Opinião | O luxo da simplicidade em três doses

Raphaell Zanotti

Hi, Guys!

Vou confessar: ando desconfiado dessas bebidas que se acham mais do que entregam. Rótulo dourado, nome estrangeiro, pose de importada… mas, quando a gente prova, cadê a alma? Falta história, falta chão, falta verdade.

Aí vem a Cachaça Nova Aliança e me dá uma rasteira: três novos licores: café, banana e rapadura. E, olha, bastou o primeiro gole pra eu lembrar por que o simples ainda vence o sofisticado que tenta demais.

Já dizia minha avó Doralice, com sua sabedoria líquida: “quem bebeu Umburana uma vez, nunca mais vê cachaça igual.” Pois a Nova Aliança resolveu transformar essa máxima em um triplo compromisso de sedução com o paladar. Três novos licores, cada um com alma, sabor e história, todos feitos com a premiada Cachaça Nova Aliança envelhecida em Umburana. Respeito a Umburana mas o bálsamo ainda tem lugar cativo no meu coração.

Voltando aos licores: o de café (o mais querido e com razão) é puro charme: intenso, aromático, em ponto de fio com aquele quê de madrugada regada a boas conversas com os amigos. O de banana é doce e nostálgico. Já o de rapadura… é tradição líquida, memória engarrafada, o gosto daquela rapadura chupada com água gelada.

E aqui, um brinde especial à direção criativa impecável de Hugo Marroni, publicitário Salinense que entendeu que design não é só estética, é entretenimento. Hugo conseguiu o que poucos fazem: transformar garrafas em personagens, desenhando com tipografia e trazendo brilho sobre os rótulos.

E no meio desse festival de sabores, fica a pergunta provocante:

“Café, banana ou rapadura, qual conquistou o seu paladar?”

Sinceramente? Eu – Raphaell Zanotti – não sei responder*. Porque cada gole é um convite diferente: o café pra pensar, a banana pra sentir e a rapadura pra lembrar de onde a gente veio.

E talvez seja essa a grande lição da Nova Aliança: num mercado que vive correndo atrás do novo, ela ousou fazer o óbvio.

Então, na dúvida entre café, banana e rapadura, o melhor mesmo é brindar com os três e deixar que o paladar decida.

 

*Na verdade o de café me ganhou na primeira dose. E foi assim com 99% dos consumidores. É o tipo de sabor que  não sabe a hora certa de se despedir. E isso é maravilhoso.

Enquanto os outros licores flertam com alguma coisa, o de café entrega conversa, mistério e um gosto de “quero mais”. Poucas bebidas conseguem fazer isso sem precisar de legenda.