Hi, Guys!
Dizem que criatividade é uma espécie de dança. Alguns fingem saber os passos. Outros, mais ranzinzas, alegam que é apenas um truque bem ensaiado. Tantos apenas copiam a coreografia alheia. Eu? Eu queimo o salão e reconstruo tudo ao meu jeito, com luz própria, trilha sonora intensa e um ‘figurino’ que desafia o dress code do mercado que nem Cecilia Lopes seria capaz de prever com seu trabalho sobre cores, mentoria de imagem e rebrand. Aliás, ela é capaz.
Sumido? Talvez. Silencioso? Nunca. Estive observando essa passarela pixelada onde tantos desfilam com ideias recicladas e paletas de cores saídas do Pinterest. Enquanto muitos se acostumaram com a mediocridade vestida de minimalismo, eu afiei palavras, reposicionei ideias e voltei, não como quem bate à porta, mas como quem arromba e acende a luz da sala.
Porque, ao contrário do que tentaram insinuar… Eu ainda sei escrever.
E não escrevo por algoritmo, nem por likes, nem por uma vaga tentativa de viral. Escrevo com o que pulsa, com o que arde, com o que incomoda. Escrevo com raiva e graça. Escrevo porque tem coisa demais sendo dita e quase nada sendo sentido.
Meu trabalho não é neutro. Não é plano. E definitivamente não vem com manual de instruções. Cada projeto que entrego carrega suor, perspicácia e um tipo raro de compromisso: o de não tratar o público como mero espectador.
Transformo briefing bagunçado em espetáculo. PDF em narrativa. Campanha em manifesto. Faço isso porque sei. E porque posso. E porque, modéstia à parte, poucos têm licença poética — ou estilo — pra isso.
Se você chegou até aqui achando que estava apenas folheando palavras… sinto muito. Você caiu numa armadilha estética. Foi seduzido por pixels, palavras e provocações cuidadosamente calibradas com fome de aplausos.
E, já que estamos sendo sinceros: meu nome é Raphaell Zanotti. Sou criador, comunicador, publicitário, estrategista de caos e beleza.
E este é só o começo da minha próxima reviravolta criativa que sempre soube deixar marcas. Não no papel. Na retina.